Do livro de Jeremias, na primeira leitura deste V Domingo da Quaresma, é-nos feita a promessa que já a vemos cumprida em Jesus Cristo: «Hei-de imprimir a minha lei no íntimo da sua alma e gravá-la-ei no seu coração… Eu serei o seu Deus e eles serão o meu povo……

 

O paradoxo do Domingo de Ramos permite-nos viver por o triunfo e a paixão de Cristo, coma narrativa da sua entrada em Jerusalém e narração do evangelho da Paixão. Contemplamos surpreendidos a entrada de Jesus Cristo em Jerusalém. Com efeito, estamos face ao entusiasmo que caracteriza tantas vezes as multidões…