O servo perdoado, que não aprendeu a lição

24º Domingo do Tempo Comum – Ano A

*O perdão não se deve transformar num acto heróico, isolado e ocasional, mas sim no exercício* habitual da profissão do cristão. Não pode ser seletivo e discriminatório: Deus ama a todos, pois ‘faz incidir o sol e a chuva sobre bons e maus’.

*Para já, a dívida do servo da parábola era astronómica:* dez mil talentos era dez vezes o rendimento anual do rei Herodes. Parece, pois, irracional a súplica do criado: ‘Concede-me um prazo, e tudo te pagarei’. Primeira lição da parábola: cada um de nós, diante de Deus, é um devedor insolvente. O seu perdão é sempre desmedido e fruto da sua graça.

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